21 agosto 2012

Projeção Alpha I


UMA OPINIÃO DENTRO DA FÍSICA QÜANTICA:

Entrevistando o Estudante de física Marcos Vano:

Parte I:
O estado vibracional é uma conseqüência da interação espírito (consciência) com o corpo físico. Essa interação se torna mais “excitada” quando produzimos esse estado pela vontade, o espírito dominando o corpo. Se a ciência tivesse descoberto a relação entre espírito e corpo já teríamos descoberto também as relações telepáticas (não ondas mentais, o cérebro e o espírito não emitem ondas de pensamento, emitem padrões), ainda não conseguimos um meio para interpretá-los, não estou me referindo as chamadas transcomunicações, mas tão somente à captação direta do padrão espiritual, isso ainda não foi descoberto por uma incapacidade tecnológica referente ao paradigma cientifico.

Parte II:
Existe um erro monstruoso que é usado muito no meio espiritualista quando atribuem ao espírito a vibração. Herdado do começo do século quando a física começou a despontar com grandes teorias e descobertas, principalmente o eletromagnetismo, que surgiu a idéia errada de que o espírito vibrava, fazendo uma relação com a energia elétrica que não era vista, porém existia, usaram o termo para validar a existência do espírito, mas atribuíram a isso o termo “numa freqüência mais rápida”, onde surgiu a idéia que o espírito era invisível porque vibrava muito rápido. É uma idéia errada, porque quanto mais aumentamos a freqüência, pela teoria da relatividade especial E=MC2, a tendência é da massa ficar infinita, quando mais energia mais massa, então o espírito seria material e tendendo ao infinito. A quântica trás a idéia (que alguns físicos não gostam desse assunto, pois está se tornando místico demais) que é o “colapso de função de ondas probabilísticas”, que mostra o surgimento da matéria se realizando por meio de probabilidades que chegam a um colapso, então o espírito estaria anterior a esse colapso e o produziria criando a matéria, ou seja, a consciência estaria por trás da manifestação física. Seria fácil dizer que o espírito vibra em freqüências muito rápidas e por isso não captamos, mas como escrito acima essa definição é errada.

Parte III:
Errada porque espírito não vibra, se vibrasse se tornaria com massa infinita, mas se ele não é material então do que é feito? A resposta exige um conhecimento novo, e para a “fúria” de alguns físicos, a quântica começa a abrir caminhos que podem levar ao entendimento de que a consciência que cria o colapso de função de ondas probabilísticas (a matéria), o mundo, o universo existem por causa da consciência, e ela não estaria no cérebro.

Parte IV:
A consciência seria imaterial e sua “morada” não seria física, assim explicaria a existência do espírito que seria uma das manifestações da consciência, mas não uma manifestação material, por esse motivo que não é medida. Alguns atestam que a morada da consciência é no cérebro, mas me atrevo a dizer e usar como base um dos mais respeitados matemáticos quânticos Von Newman um dos pais da matemática quântica. Ele desenvolveu uma explicação matemática sobre um principio quântico que reza que toda a medida efetuada é passível de mudança, tanto o objeto que mede quando o medido. Tudo se transforma e no mundo quântico seria imprecisa qualquer medida. Ele chamou isso de “cadeia de Von Newman”, pois toda a matéria entraria nessa cadeia e não teríamos como medir algo, a única coisa que seria capaz de quebrar essa cadeia seria a consciência, pois ela não é material. O principio dos estudos futuros sobre o espírito irão nesse sentido, da interpretação das ondas de probabilidades antes do colapso e com nascimento na consciência imaterial.

Parte V:
Para finalizar além do erro em dizer que espírito vibra, outro erro é a definição de dimensão: Os mundos astrais não são dimensionais, dimensão não é um local, é um termo conceitual que se define onde se sistematiza as formas geométricas e a maneira como elas se distribuem, assim não tem como algo habitar outra dimensão, parece que para toda a realidade existir, os eixos dimensionais se tocam e se distribuem para forma-lá, melhor explicando, "Dimensão é o número de vetores linearmente independentes que você precisa para descrever o espaço que você, no caso, está modelando”. Por isso muito cuidado quando usar esse termo é uma grande furada, o certo é falar plano de manifestação ou planos astrais. Como eles se interpenetram? Pois bem, o padrão de manifestação se dá em níveis de densidade probabilísticas ainda não realizadas na matéria, por esse motivo não são vistos ou medidos, não existe algo que os separe. Em analogia usando o átomo, os elétrons não desenvolvem uma “trajetória” linear como aprendemos ERRADAMENTE na escola, eles se manifestam nas trajetórias com um potencial probabilístico, e nada separa as “trajetórias”, pois onde uma existe a outra não tem o POTÊNCIAL de existir, não existe uma separação, o nome é conceitual.


As Ondas Cerebrais:

É conhecido que o cérebro á um órgão eletroquímico; os investigadores especularam que um cérebro em funcionamento pode gerar até 10 watts de potência elétrica.
Embora este poder elétrico seja limitado, acontece de um modo específico a atividade elétrica que emana do cérebro, a qual é exibida na forma de ondas cerebrais captadas por aparelhos de elétroencefalograma EEG. Há quatro categorias de ondas cerebrais que percorrem a maioria atividade cerebral. Quando o cérebro está em estado de alerta, gera ondas beta. Estas ondas beta são as mais rápidas dos quatro tipos de ondas cerebrais. As freqüências de alcance de ondas betas são de 15 a 40 ciclos um segundo (Hz). Ondas beta são características de uma pessoa em atividade com conversando ou discursando.

Categoria das Ondas cerebrais:

A próxima categoria de ondas cerebrais em ordem de freqüência é alfa. Onde beta representou estimulação ou atividade alta, alfa representa ondas cerebrais menores e mais lentas. A freqüência de alfa varia de 9 a 14 ciclos por segundo (Hz). Uma pessoa que completou uma tarefa e se sentou está freqüentemente em um estado de ondas cerebrais alfa. Uma pessoa que leva intervalo para refletir ou meditar normalmente está
em um estado de alfa (alpha).
O próximo estado de ondas cerebrais é theta, tipicamente são freqüências mais lentas, normalmente está entre 5 e 8 ciclos um segundo (Hz). Uma pessoa que dormiu e começou a sonhar está freqüentemente em um estado de ondas cerebrais theta. Uma pessoa que está dirigindo em uma auto-estrada, e descobre que não consegue recordar dos últimos cinco kilômetros, está freqüentemente em um estado de theta induzido pelo processo de condução na auto-estrada.
Indivíduos que andam ao ar livre freqüentemente estão em estado de relaxamento mental, eles são propensos a um bom fluxo de idéias. Isto também pode acontecer no banho. É um estado onde tarefas ficam tão automáticas que você pode dispersar mentalmente. O flash de idéia pode acontecer durante o estado de ondas cerebrais theta onde é freqüentemente um fluxo livre de idéias ou inspiração o que acontece sem censura ou culpabilidade. É tipicamente um estado mental muito positivo.
O estado de ondas cerebrais final é delta. Aqui as ondas cerebrais estão em freqüência mais lenta. Eles estão tipicamente entre 1.5 a 4 ciclos por segundo, porém nunca abaixam para zero, porque isso significaria que você está com morte cerebral. Mas durante o sono profundo você pode alcançar freqüências de ondas cerebrais Theta.

Desde que o primeiro equipamento que possibilita a visualização das atividades cerebrais (um EEG – eletroencefalograma) em 1920, cientistas perceberam que o cérebro tem tendência de produzir ondas cerebrais (sinais elétricos de baixa intensidade) em 4 variações distintas, as quais são chamadas de Beta, Alpha, Theta e Delta.

Ondas Beta: São as ondas cerebrais mais rápidas, podem varias em freqüência de 14 ciclos por segundos (14 Hertz ou 14 Hz) até pouco mais de 100Hz. Quando estamos acordados, em um estado normal, concentrados em nossas tarefas cotidianas ou problemas concretos e específicos, as ondas Beta (especificamente entre 14 e 40Hz) são as mais dominantes e fortes em nosso cérebro. Ondas Beta são associadas com estados de Alerta, cognição e em níveis excessivos, são associadas com a Ansiedade.





 

Ondas Alpha: Quando fechamos nossos olhos e ficamos mais relaxados, em paz, desconcentrados, as atividades cerebrais diminuem, então produzimos pulsos de ondas Alpha na faixa de freqüência de 8 a 13Hz. Se ficarmos mais relaxados, e mentalmente desconcentrados, as ondas Alpha serão as dominantes em todo o cérebro, produzindo uma calma e uma sensação prazerosa denominada estado Alpha. O estado Alpha é um estado neutro do cérebro, onde a pessoa saudável e não em stress tende a produzir muitas atividades freqüências de ondas Alpha. A falta de atividade Alpha pode ser sinal de Ansiedade, Stress ou doença.


Ondas Theta:
Quando o relaxamento vai aprofundando-se, o cérebro passa para um estágio mais lento, com a presença mais ritmada das ondas Theta, com faixa de freqüência entre 4 e 8 Hz. O estágio Theta, também é conhecido e chamado como Estágio de transe, entre o acordado e o dormindo. Este estágio é normalmente acompanhado de imagens mentais inesperadas, comumente acompanhado de memórias vivas e claras da infância. O estágio Theta oferece acesso a materiais do inconsciente, a associações de idéias e idéias criativas. É um estágio misterioso e elucidativo. Muitas pessoas tendem a dormir logo após gerarem grande quantidade de atividade Theta.


Ondas Delta:
Quando dormimos, as ondas cerebrais dominantes são as Delta, que são mais lentas que as Theta, com faixa de freqüência abaixo dos 4Hz. Quando a maioria de nós entrou em um estágio Delta, dormimos e temos perda total da consciência. Entretanto, há grandes evidências que pessoas podem manter-se conscientes em estágios com Delta dominante, estágio este associado com estados não-físicos e extracorpóreos. É quando estamos no Estágio Delta, que nosso cérebro dispara o metabolismo e eliminação de grandes quantidades de hormônio de crescimento.

Fonte: Excerto do texto de: http://viagemalem.blogspot.com.br/2012/08/catalepsia-projetiva_2.html



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